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Pedagogia Sistêmica

Bert Hellinger
Marianne Franke
Angélica Olvera

Escola

O que é a Pedagogia Sistêmica?

"Quando um professor está bem localizado, tem bom senso, respeita e reconhece profundamente o que é do seu sistema e de seus alunos, terá boa disposição para ensinar, definir limites e monitorar, adquirindo, por consequência, uma autoridade natural." (Bert Hellinger)

"As crianças conseguem suportar mais facilmente a insegurança que advém desse novo campo – escola – assim como através do aprendizado em si, quando são reconhecidas por tudo o que trazem consigo."  (Marianne Franke)

"Somente um coração agradecido pode aprender." (Angélica  Olvera)

O que é a Pedagogia Sistêmica, com a abordagem de Bert Hellinger,

  • um novo enfoque terapêutico, sustentado pelo Método Sistêmico Fenomenológico, também chamado de Constelação Familiar, cujos princípios fundamentais são “As ordens do amor”, mais recentemente denominadas de "As leis naturais dos relacionamentos humanos". Ela nos possibilita uma percepção mais completa e sensível do histórico de cada membro participante no processo de ensino-aprendizagem: professores, pedagogos, diretores, pais e, especialmente, as crianças.

  • uma ponte entre a escola e a família, pois estimula que cada um dos sujeitos, no processo de ensino-aprendizagem, ocupe o seu lugar de direito, propiciando uma mudança nas atitudes de todos os envolvidos no processo educativo: famílias, estudantes, professores etc;

  • um novo e sistêmico olhar sobre o processo de ensino-aprendizagem, ampliando a nossa percepção sobre o que está escondido por detrás das dificuldades de aprendizagem e de comportamento das crianças, além da desmotivação e, muitas vezes, do sentimento de fracasso dos nossos Professores;

  • identifica os fenômenos ocultos dos sistemas (familiares, escolares ou sociais) que estejam impedindo o fluxo natural do desenvolvimento dos sujeitos no processo de ensino-aprendizagem, e a posterior integração e harmonia dos sistemas interligados;

  • uma nova maneira de olhar, envolvendo mudanças profundas em nosso pensamento, maneiras e atitudes para com os envolvidos no processo de educar: famílias, estudantes, professores, pedagogos etc. Essa abordagem pedagógica visa criar condições apropriadas à escola, e que essa seja um espaço de vida orientado para que a aprendizagem e as novas gerações possam fazer algo de útil com o legado transmitido a eles por seus pais. PARELLADA (2006).

O que a Pedagogia Sistêmica, com a abordagem de Bert Hellinger, não é:

  • não é um método pedagógico propriamente dito, mas uma abordagem que trata da gestão das relações humanas entre todos os sujeitos do processo de ensino-aprendizagem, inter-relacionados em seus respectivos sistemas: alunos, pedagogos, pais, diretores. Ela busca complementar as demais técnicas e métodos pegagógicos construídos ao longo da história, e propõe o aproveitamento e a integração de todo conhecimento e formações já existentes no ambiente escolar, com um novo referencial para re-enquadrar as intervenções e obter resultados mais efetivos. Certamente, professores e pais que se qualificam na pedagogia sistêmica poderão identificar que a maioria das dificuldades de aprendizagem (e comportamento das crianças), tem a sua origem em casa. Não estamos dizendo que a culpa seja da família, mas que a maioria das causas dessa dificuldade esteja no sistema familiar. E, por isso, o professor precisa estender o seu olhar além da criança em sala de aula.

  • não é um movimento de renovação pedagógica, propriamente dito, mas, essencialmente, uma evolução na gestão das relações humanas e sistêmicas da escola, pois a sua mais genial novidade é a imagem de ordem e de estrutura, essenciais ao fluxo saudável do processo de ensino-aprendizagem, e que permitem condições harmoniosas e equilibradas, a partir de um novo olhar mais inclusivo, abrangente e integrador.

Pedagogia Sistêmica: como aplicar

A Pedagogia Sistêmica, com a abordagem de Bert Hellinger, favorece o entendimento sobre algumas razões por que muitas intervenções não são eficazes ou solucionadoras dos inúmeros problemas vivenciados na relação ESCOLA-ALUNO-FAMÍLIA:

  • baixa percepção dos vínculos que unem a criança ao seu sistema familiar, ou ainda, de que as crianças não são indivíduos isolados, mas sim partes de uma estrutura inter-relacionada, uma trama familiar e um destino coletivo;

  • o desconhecimento das leis inconscientes que governam o grupo familiar, e que atuam de forma simples e marcante, impossibilitando que os objetivos propostos sejam alcançados;

  • uma visão fragmentada sobre as relações que perpassam o universo da criança, o que impede que se tenha um referencial mais efetivo e uma visão mais abrangente sobre ela. Isso re-enquadraria as nossas intervenções, respeitando as leis sistêmicas e obtendo maior sucesso no trabalho pedagógico.

  • abordagens pedagógicas atuais que não dão conta das diversas disfunções do sistema escola-família, e precisam ser complementadas com novos olhares e paradigmas, que propiciem uma análise estrutural mais consistente dos complexos problemas inerentes aos relacionamentos humanos no processo de ensino-aprendizagem, ou ainda, que estejam impedindo a recuperação da ordem a partir de uma perspectiva simplesmente pedagógica.

  • inexistência de uma forma de pensamento educacional, que seja baseado tanto na ideia de totalidade quanto nas propriedades dos sistemas sociais de análise fenomenológica. Isso complementaria as informações relevantes já de domínio de cada escola, fornecendo uma metodologia operacional e uma maneira adequada de identificar os problemas ou definir as soluções para o ambiente escolar.

Quais são as contribuições da Pedagogia Sistêmica com a abordagem de Bert Hellinger

A Pedagogia Sistêmica, com a abordagem de Bert Hellinger, facilita o nosso entendimento sobre as relações humanas, uma vez que, na maioria das vezes, os distúrbios operam inconscientemente. Desse modo, é preciso identificá-los, colocando o nosso olhar para as soluções que podem tornar o sistema mais funcional. Somente dessa forma ocorrerá a fluidez do aprendizado e a promoção do bem-estar de todos os envolvidos no processo de ensino-aprendizagem: pais, professores, direção e, o mais importante, as crianças.

Por meio da Pedagogia Sistêmica, identificamos o que está oculto atrás dos distúrbios aparentes, para que possamos entendê-los e modificá-los, em especial, relacionados, principalmente, aos seguintes sintomas comportamentais:

  • Dificuldades de aprendizagem e de comportamento dos alunos;

  • Questões de relacionamentos e de comunicação construtiva entre aluno<-->aluno, aluno<-->professor, professor<-->professor, professor<--> diretor, filhos<-->pais, pais<-->escola; escola<-->comunidade.

  • Falta de disciplina e ordem na sala de aula ou na escola;

  • Desatenção e hiperatividade em sala de aula (TDAH);

  • Disfunções de trabalho cooperativo e de equipe;

  • Alto índice de doenças físicas e/ou psicológicas;

  • Desmotivação profissional nos professores;

  • Desmotivação escolar nos alunos;

  • Falta de liderança do corpo dirigente;

  • Baixo aproveitamento escolar;

  • Alta taxa de rotatividade de pessoas na organização;

  • Conflitos entre corpo docente, dirigente, alunos e família;

  • Falta de uma linha de ação e direção etc;

A Pedagogia Sistêmica, com a abordagem de Bert Hellinger, pode ser desenvolvida na escola, observando-se o seu contexto e os níveis de aderência aos princípios que sustentam as ordens do amor ou as leis dos relacionamentos humanos, conforme a seguir:

  • Prioridade e Ordem: Quem veio antes, quem veio depois? Observamos a qualidade dos vínculos entre as gerações, tanto para os alunos, quanto para os professores;

  • Hierarquia: Há um lugar adequado para cada sujeito no sistema. Observamos o lugar em que cada qual esteja, e se lhe é correspondente, ou seja, se está relacionado às funções no sistema: quem e como é o pai, a mãe, o professor, o diretor. Por exemplo, o professor ensina, os pais educam, o diretor dirige o processo ensino-aprendizagem da escola, e assim por diante.

  • Equilíbrio entre o Dar e Receber: Os professores oferecem o seu conhecimento, dedicação e trabalho, e a escola, por sua vez, deve remunerá-los, reconhecendo o seu desempenho e dedicação. A escola oferece os recursos materiais, ambientais e financeiros aos professores, e os professores devem oferecer trabalho, comprometimento e resultados. Mas há exceções: os pais dão e os filhos recebem, os professores oferecem e os alunos tomam. É fundamental receber para ter o que oferecer.

  • Pertencimento: Todos têm direito de pertencer ao sistema. Por isso, observamos a qualidade das inclusões e as desordens provocadas pela exclusão na sala de aula, na escola, no corpo docente. Por exemplo, o valor da inclusão, em contrapartida, com as implicações da exclusão etc, pois a escola é um espaço de comunicação em que todos têm seu lugar de direito respeitado e reconhecido pelos demais. Por exemplo: há crianças sofrendo bullying? Quais as possíveis razões?

  • Lealdade e Cultura: Somos leais a nossa cultura de origem, que formam os elementos da nossa consciência.  Observamos o quanto a cultura de origem está dificultando a integração ao sistema escolar. Por exemplo, estaria a criança carregando o fardo ou os problemas de seus pais, por lealdade?

  • Interações: Todos os membros de um sistema estão vinculados aos outros, irremediavelmente. Quando um dos seus apresenta um sintoma, o problema ou causa não é individual, ou da pessoa em si, mas ele apenas externaliza, ao sistema, uma informação de que há algo disfuncional, comprometendo o bem-estar coletivo e individual.

  • Regras e Limites: todo o sistema tem as suas regras e limites, os quais devem ser atendidos e respeitados por todos. Caso isso não aconteça, o elemento “subversivo” é expulso, preterido, “impeachmado”. Por exemplo, se entrássemos em um jogo de futebol, não adiantaria aplicar as regras do baseball. As regras estão claras? Foram construídas com os sujeitos? As regras e os limites estão sendo respeitados?

  • Reconhecer o que é: observar e sentir, de forma abrangente e ampliada, o que está oculto por detrás das dificuldades de aprendizagem e de comportamento das Crianças, ou de sua desmotivação e, muitas vezes, a sensação de fracasso dos nossos Professores.

Principais fundamentos teóricos da Pedagogia Sistêmica

  • Constelação Familiar: Bert Hellinger observou que, geralmente, certas desordens presentes nos sistemas familiares provêm da exclusão de alguns dos seus membros do sistema, e que essa exclusão pode ser evidenciada por alguém da geração posterior, ou seja, um novo membro da família que, por fidelidade e amor inconscientes, toma o lugar ou a direção da vida daquele que foi excluído. Assim, prevalece um amor cheio de emoções adaptadas ao sistema, que atuam, algumas vezes, em seus descendentes, mas principalmente no nível de consciência sobre o que fazemos e por que fazemos o que fazemos. Por isso, "as ordens do amor" ou “as leis dos relacionamentos humanos” parametriza nossa percepção para identificar e atuar nas ordens e desordens, intervindo sistêmica e fenomenologicamente, permitindo à pessoa ter maior consciência dos emaranhamentos que tem dirigido a sua vida e “decisões” e, a partir dessa ampliação de consciência, fragilizar o “piloto automático”, adquirindo maior controle sobre a sua vida. Muitas dificuldades pessoais ou de relacionamentos são resultados de desordens em seus sistemas familiares. ligação inconsciente do indivíduo com seu grupo de origem, "carregar" algo por outros; seguir alguém que foi excluído do sistema; fazer isso em seu lugar; sentir-se superior; proteger alguém para que não vá embora; "segurar" alguém no sistema; fazer a tarefa pelo outro etc. As Constelações Familiares atuam na “desordem” ou emaranhado que se instalou no sistema familiar, podendo proporcionar um novo olhar e construir um novo paradigma, genuinamente amoroso, permitindo às pessoas uma releitura afetuosa do contexto, das ocorrências, das circunstâncias, de sua vida e das pessoas, as quais representava inconscientemente, com a intenção de lhe(s) restituir a sua dignidade e o seu direito de pertencimento à família. Com isso, desvincula-se e pode seguir seu próprio destino.

  • Fenomenologia: Em primeiro lugar, é a observação de um fenômeno, tal qual ele se apresenta, sem prejulgamentos ou julgamentos, para só em seguida chegar às conclusões e ao reconhecimento do que é expresso, com a total ausência de julgamentos. A Pedagogia Sistêmica mostra-nos o ciclo natural de vida e os elementos que não tinham sido observados anteriormente no processo educativo, ou seja, integra o sistema educacional, o sistema familiar e o social.  O campo de informações movimenta-se quando representantes dos membros de um sistema familiar ou escolar são colocados num determinado espaço, que denominamos de campo, vivenciando sensações corporais e os sentimentos das pessoas representadas, independente de conhecê-las ou não, ou do tempo em que essas viveram. Não se trata de uma teoria única, definindo verdades, mas de uma prática dinâmica que está vinculada, ao que aparece em cada momento nesses campos de interação, os campos de aprendizagem.

  • Pensamento Sistêmico: Na atualidade, o Pensamento Sistêmico fundamenta todos os campos do conhecimento e o ambiente social. Portanto, a família, como um subsistema desse ambiente social, compõe-se de pessoas que se inter-relacionam e seguem as suas próprias regras e dinâmicas específicas, numa planificação de causa-efeito. Os sistemas vivos são totalidades integradas, cujas propriedades não podem ser reduzidas em partes menores, ou seja, as propriedades sistêmicas surgem da organização do todo, e são destruídas quando o sistema é desmembrado em elementos isolados. O pensamento sistêmico defende que o conhecimento dos alunos, professores, direção e equipe administrativa estão interconectadas a suas famílias de origem e às idéias e regras de seus sistemas familiares. Ser parte do sistema escola significa que a escola também faz parte de todos os sistemas familiares que estão conectados a ela ou, usando imagens, que as famílias de origem de todos os alunos e professores representam subsistemas de uma escola. Portanto, as famílias atuam na escola e a escola, por sua vez, atua nas famílias, o que nos impossibilita de distinguir, com clareza, onde o sistema familiar termina, onde o sistema escolar começa, e vice-versa.

  • Campo Mórfico e Inconsciente Coletivo: As Constelações Familiares focam a pessoa como parte de um sistema de relações, sendo a família o seu sistema básico, que é ligado em inter-relações a outros sistemas. Esta premissa está fundamentada no princípio da ressonância mórfica, que foi validado cientificamente pelo biólogo Rupert Sheldrake, em Cambridge e Harvard, ao afirmar que a ressonância mórfica tende a reforçar qualquer padrão repetitivo, seja ele bom ou mal, por isso, cada um de nós é mais responsável do que se imagina, pois as nossas ações podem influenciar os outros e serem repetidas. Sheldrake, a partir de seus experimentos científicos, afirma que “Os campos morfogenéticos ou campos mórficos são campos que levam informações, não energia, e são utilizáveis através do espaço e do tempo, sem perda alguma de intensidade depois de ter sido criado.  Eles são campos não físicos que exercem influência sobre sistemas que apresentam algum tipo de organização inerente”. O campo mórfico é um campo de memória que cada espécie ou sistema detém, o qual, segundo Sheldrake, estamos imersos sistemicamente. Além disso, ele nos diz que essas informações reverberam em nós sem que tenhamos consciência disso. Os seres humanos, portanto, não herdam apenas o código genético dos seus sistemas familiares, mas também o seu campo informacional, que também influencia e interfere em outros sistemas, com os quais se inter-relaciona. Essa teoria reforça a teoria psicológica de Carl Gustav Jung e Stanislav Grof, que enfatiza as dimensões coletivas ou transpessoais da psique humana. O inconsciente coletivo, para Jung e Grof, é um conjunto de sentimentos, pensamentos e lembranças compartilhadas por toda a humanidade. Em outras palavras, o inconsciente coletivo é um reservatório de imagens latentes, chamadas de arquétipos ou imagens primordiais, que cada pessoa herda de seus ancestrais. A pessoa não se lembra das imagens de forma consciente, porém, herda uma predisposição para reagir ao mundo da forma que seus ancestrais faziam. O conceito de ressonância mórfica pode nos fornecer novos elementos para compreender as patologias coletivas, como o sadomasoquismo e cultos de morbidez e violência que estão se proliferando em proporções epidêmicas em nossa sociedade atual, a qual ensejaria e facilitaria a criação de métodos terapêuticos mais efetivos.

  • Teoria da Aprendizagem Significativa e a Teoria Construtivista: ambas defendem que o conhecimento seja um processo construtivo, e portanto valoriza muito o papel da estrutura cognitiva prévia de quem aprende. A aprendizagem é considerada, em última instância, um processo pessoal e idiossincrásico, ainda muito influenciado por fatores sociais e pelo ensino na sala de aula, um processo eminentemente social. Trata-se de uma teoria cognitivo-humanista em que o ser humano atua recorrendo a pensamentos, sentimentos e ações para dar significado às experiências que vai vivendo.

Pequena História da Pedagogia Sistêmica com abordagem de Bert Hellinger, contada por sua criadora, Angélica Garcia Olvera

A Pedagogia Sistêmica, com a abordagem de Bert Hellinger, começou a tomar forma em 1986 com a fundação do Programa de Apoio à Família, PAF®. Iniciamos o projeto com 75 pais de alunos que receberam da CUDEC orientação para tentar compreender melhor os seus filhos adolescentes.

Aos poucos, preparamos temas como paternidade, auto-estima, a transcendência, a relação do casal e sua ligação à adolescência em risco; sexualidade, divórcio, a dor da perda, a importância de se chegar a acordos; a relação entre a adolescência, a inteligência emocional, terapia familiar e projeto de vida.

Com esse trabalho, redescobri que quem ensina é a escola, e quem educa são os pais. A escola funciona na educação com os pais e esses, por sua vez, são capazes de fazer contribuições para o processo de ensino-aprendizagem. O PAF® organizou um programa extraordinário de atividades a cada ano que nos ajudou a desfrutar mais da família dos alunos da escola.

A busca por ferramentas novas e melhores para aprimorar o trabalho educativo de CUDEC® nos levou para a cidade de Barcelona, ​​em 1999. Lá, na sede do Instituto Gestalt de Barcelona, ​​os seus fundadores Joan Garriga, Vicens Oliva e Mireia Darder, introduziu a abordagem sistêmica e o método das Constelações Familiares no contexto de língua espanhola.

Mireia Darder nos convidou para conhecer o incrível Bert Hellinger, em Dezembro de 1999. Mais tarde, no contexto da Universidade Intercontinental, Bert Hellinger veio para o México. Em 29 de maio de 2001, tivemos a oportunidade de organizar a primeira reunião das Constelações Familiares no campo educacional mexicano no Museu Nacional de Antropologia, com a participação da comunidade de pais e alunos da CUDEC.  Nesse caso, contamos com o apoio do Centro de Bert Hellinger na Argentina, o seu diretor Tiiu Boltzmann e os seus colaboradores. Raquel Schlosser e também contribuiu Harald Hohnen.

Com o apoio de Silvia Kabelka, que promoveu a tradução e difusão de Bert Hellinger em espanhol, Angélica Olvera redescobriu a Pedagogia Sistêmica com a abordagem do seu criador, filósofo alemão, do método Constelações Familiares. Isso aconteceu na cidade de Sabadell, Catalunha, 20 de fevereiro de 2002.

O trabalho realizado pela CUDEC, seus líderes e colaboradores construíram pontes para diferentes países e cidades. Pedagogia Sistêmica, com a abordagem de Bert Hellinger, espalhou-se para oito cidades em Espanha, Argentina, Colômbia, México, Peru, República Dominicana e Venezuela.

Organizamos conferências e treinamentos internacionais em Pedagogia Sistêmica com abordagem Bert Hellinger que liderou o desenvolvimento e consolidação do paradigma.

  • 2004 - Primeiro Congresso Internacional de Pedagogia Sistêmica CUDEC®, México.

  • 2006 - Segundo Congresso Internacional de Pedagogia Sistêmica CUDEC®, Sevilla, Espanha.

  • 2006 - Primeiro Dia Internacional da Pedagogia Sistêmica, México.

  • 2008 - Dia Internacional da Pedagogia Sistêmica, León, Espanha.

  • 2010 - Dia Internacional da Pedagogia Sistêmica, Barcelona, ​​Espanha.

  • 2012 - Conferência Internacional sobre Pedagogia Sistêmica, México.

A Pedagogia Sistêmica, com a abordagem de Bert Hellinger, já está presente em vários países do mundo, e vem crescendo no Brasil como uma das alternativas sistêmicas terapêuticas no ambiente escolar. No Brasil, esses treinamentos já começam a ser ministrados, notadamente no Paraná, Brasília, Minas Gerais e São Paulo. Neste ano de 2017, já podemos contar, além dos cursos de formação, com um curso de especialização, autorizado pelo MEC e validado pela Hellinger Sciencia.

Mas há um longo e promissor caminho a trilhar!

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